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livros publicados do autor Ilmar Penna Marinho Junior

A Besta dos Mil Anos

Uma das sete peças que faltam para completar a Tapeçaria do Apocalipse, elaborada no século XIV e exposta no Castelo de Angers, na França, a de número 75, que traz a “Besta aprisionada por mil anos”, depois de séculos, tem seu paradeiro afinal descoberto no Brasil numa favela do Rio de Janeiro, de nome Rocinha, então dominada por violentos traficantes. Cenas de mistério e ação se desenvolvem nessa populosa comunidade, valorizando a trama do romance policial e validando uma visão profética da efetiva ocupação militar da maior favela da América do Sul no dia 13 de novembro de 2011,que aconteceu um ano depois do lançamento do livro.

Um jovem pesquisador alsaciano e arqueiro é designado para resgatá-la. Para tanto, contará com a ajuda de uma jovem e destemida repórter brasileira. A missão não será nada fácil. Ao contrário do governo francês, que ambiciona exibir a conquista ao público, uma poderosa seita satânica do mesmo país também tem interesse na volta da relíquia, no caso, para glorificar o altar de sua sede na França. Tais interesses entram em conflito com a ambição de um certo contador, apaixonado por um astróloga, que se torna milionário e almeja decorar uma mansão com a famosa obra e a transformá-la num misterioso templo. O imóvel, que perteceu ao pai, foi recomprado graças ao seu milionário enriquecimento ilícito, já que está envolvido até o pescoço com narcotraficantes. É ajudado por uma velha raposa economista, mentor nas artimanhas de lavagem de dinheiro e do suborno.

Esta “corrida do ouro” ou queda de braço pela conquista da cena 75 serve de mote para Ilmar Penna Marinho Jr. elaborar seu primeiro thriller, com trechos recheados de muita ação e reviravoltas nos destinos dos personagens, compondo assim um painel do mundo contemporâneo – para não dizer globalizado – com as suas mazelas, como corrupção, terrorismo e tráfico de drogas e de armas.

A Besta de Lucca

É a continuação. Revive a busca da famosa cena da Tapeçaria no cenário da cidade de Lucca, no coração da Toscana, na Itália, onde fará parte da celebração de rituais de uma poderosa seita, renascida dos “Pobres Cavaleiros de Cristo”, fundada em 1118, para defender a peregrinação dos cristãos à Jerusalém. Narra a dramática luta interna dentro da nova “Ordem dos Cavaleiros do Apocalipse”. De um lado, está o descendente francês da antiga Ordem, atual grão-Mestre, empenhado em que o Vaticano reconheça a seita como a legítima sucessora da Ordem dos Templários, e do outro, está o maquiavélico armador Barão holandês, ambicionando transformar a nova Ordem numa poderosa organização mundial de lavagem de dinheiro e de corrupção, aliando-se à ala criminosa do Banco do Vaticano.

O rival do Mestre financia o tráfico de drogas e de armas do Rio de Janeiro. O chefe do comando antiterrorismo francês, antes responsável pela segurança da Tapeçaria em Angers, após ter fracassado como guardião do patrimônio francês, é punido e exilado na Córsega. Volta à cena para descobrir a seita secreta e os adoradores da Besta. O final apocalíptico acontecerá na antiga igreja em Lucca, visualizada na sugestiva capa do livro.

A Besta de Pasadena

“Os trovões e os relâmpagos se haviam aquietado no céu de Lucca quando o decano ergueu os braços e saudou a Besta, inclinando a cabeça e se posicionando de frente para o símbolo de adoração.” A Besta de Pasadena fecha a Trilogia do Apocalipse e explica como o quadro da cena aterrorizante de A Besta Aprisionada por Mil Anos, da célebre Tapeçaria do Apocalipse, está entrelaçado com a instabilidade política de um país cheio de crises. Intrigas, reviravoltas, sexo, curiosidades, competição – esse é o ambiente propício para que a serpente infernal mescle os caminhos econômicos de um país. O autor Ilmar Penna Marinho Júnior entrelaça, neste último livro de sua trilogia, os escândalos políticos do Mensalão e da Lava Jato, com a devassidão em uma grande empresa de petróleo. Os personagens apresentados em A besta dos mil anos e A besta de Lucca voltam à cena com uma narrativa profunda, sagaz e extremamente crítica à corrupção no Brasil e ao caráter humano, em uma luta em prol da verdade e da justiça, da investigação qualitativa e a checagem de fatos.

Capa do livro a Besta de Pasadena do autor Ilmar Penna Marinho Junior

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